Carros de repasse: preço atraente pode esconder prática irregular e riscos aos compradores

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  Ofertas atraentes chamam atenção, mas especialistas alertam para riscos legais e financeiros O mercado de veículos usados tem registrado crescimento de uma modalidade conhecida como carro de repasse . Nela, os veículos são vendidos a preços mais baixos do que os encontrados em lojas tradicionais, atraindo compradores que buscam economia. No entanto, essa vantagem pode esconder riscos significativos. Segundo especialistas, carros de repasse geralmente são vendidos “no estado em que se encontram”, sem garantias ou revisões completas. Isso significa que qualquer problema mecânico ou falha do veículo passa a ser responsabilidade do comprador, tornando a transação arriscada para quem não conhece bem o mercado de automóveis. Como identificar um carro de repasse Alguns sinais ajudam a identificar essa modalidade: preços muito abaixo da tabela de referência, anúncios feitos por intermediários ou vendedores sem loja física e ofertas que exigem pagamento rápido. Profissionais alertam q...

Câmara avança na isenção de IPVA para carros antigos: o que ainda falta para a regra valer

 A proposta que cria isenção de IPVA para veículos com 20 anos ou mais de fabricação deu um passo importante nesta semana. A Câmara dos Deputados aprovou o texto que altera a regra nacional do imposto, deixando mais perto a unificação do benefício para proprietários de carros antigos em todo o país.

O que a proposta estabelece

Pelo texto aprovado, veículos que completarem 20 anos de fabricação passam a ficar automaticamente isentos do IPVA, independentemente do estado onde estão registrados. Hoje, cada unidade da federação define seus próprios critérios, o que faz com que alguns estados já concedam isenção e outros mantenham a cobrança para carros antigos.

A mudança cria um padrão nacional e elimina essas diferenças.

O que ainda falta para valer

Mesmo aprovada na Câmara, a isenção ainda não está em vigor. A proposta precisa seguir para a etapa final de promulgação, quando a mudança constitucional é oficialmente validada. Só depois disso os estados terão de aplicar a nova regra.

Além disso, a medida prevê algumas exceções: veículos como ônibus, micro-ônibus, reboques e semirreboques não entram na isenção.

Por que a regra ganhou força

O tema vinha sendo discutido há anos por parlamentares, colecionadores e motoristas que mantêm veículos antigos. Para muitos, carros com mais de duas décadas já não representam alta circulação ou grande valor de mercado — e, portanto, não justificariam a cobrança do imposto.

Outro argumento é que a unificação nacional evita distorções entre estados e facilita o entendimento do contribuinte.

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